Uma entrevista fictícia gravada por Elis (Andrea Horta), a última antes de sua morte, é o fio condutor da minissérie.
A atriz Andrea Horta como a cantora Elis Regina (Divulgação/ TV Globo)

Intensa e visceral, Elis Regina foi protagonista não só da cena musical brasileira, mas também da própria trajetória. Entregue à arte de viver e cantar, a intérprete atravessou diferentes gêneros musicais. E turbulências pessoais na caminhada retratada em Elis – Viver é melhor que sonhar. Prevista para estrear no dia 8 de janeiro na Globo, a minissérie tem roteiro de George Moura, Hugo Prata, Luiz Bolognesi e Vera Egito e direção de Hugo Prata.

Baseado na cinebiografia Elis, uma coprodução da Globo Filmes com Bravura Cinematográfica e Academia de Filmes, o novo formato é um docudrama em quatro episódios. A história mistura cenas originais do filme, material documental e cenas de ficção novas. Estas, exclusivas, gravadas por Andreia Horta, que interpreta Elis. Sérgio Guizé, como Tom Jobim; Mel Lisboa, como Rita Lee; e Thelmo Fernandes, como Vinicius de Moraes.

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“A minissérie contextualiza a trajetória de um mito como a Elis, com toda sua força e carisma, e o período histórico que ela viveu. Quem não assistiu ao filme vai se encantar com a história. E quem assistiu na tela grande vai poder se apaixonar mais uma vez por ela na TV”, explica o diretor Hugo Prata. O fio condutor da minissérie é uma entrevista fictícia gravada por Elis (Andreia Horta). Entrevista, que seria a última, antes de sua morte.

Construção da minissérie

A partir desta conversa imaginária, criada a partir de declarações reais da cantora, é construída a dramaturgia. “A ideia foi construir, a partir do filme do Hugo Prata, este docudrama, que fala da vida de uma das maiores cantoras do Brasil. Da realidade da época, e também ter o testemunho de pessoas que conviveram com Elis na sua intimidade. Tudo para contar uma história intensa e emocionante. De um artista que deixou um legado incrível”, conta o roteirista, George Moura.

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Cenas exclusivas

Ele escreveu cenas novas exclusivas para a minissérie, como um teste que Elis fez diante de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. E a visita da cantora a Rita Lee, que estava presa.  Vencedora do Kikito de Melhor Atriz no Festival de Gramado, em 2016, por sua atuação no filme Elis, Andreia Horta fez uma nova preparação para reviver a cantora na minissérie.

“Quando soube que interpretaria Elis, três anos depois de tê-la feito no cinema, achei uma loucura da vida. Revisitar alguém com Elis é sempre um prazer raro. Foi lindo colocar meu corpo, minha voz e meu pensamento a serviço dela. Cresci um tanto mais”, diz Andreia Horta. Elis – Viver é melhor que sonhar tem estreia prevista para dia 8 de janeiro, após ‘O Sétimo Guardião’.

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