Discovery estreia Medicina do Amanhã

Medicina do Amanhã
Dr. Childs escolhe os slides para verificar no microscópio (Divulgação/ Discovery Channel)

Na esteira do desenvolvimento tecnológico, a medicina avança a passos largos em tratamentos experimentais que expandem os limites do conhecimento e, de certa forma, do próprio corpo humano.

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A partir desta quarta-feira, (01) , às 23h10, o Discovery estreia Medicina do Amanhã (First in Human) e desvenda os trabalhos desenvolvidos no NIH Clinical Center (Clinical Center of the National Institutes of Health – Centro Clínico dos Institutos Nacionais de Saúde, em tradução livre), referência internacional na pesquisa clínica com testes realizados em pacientes humanos.


Apresentados e produzidos por Jim Parsons (Big Bang Theory), os três episódios de duas horas registram as rotinas daqueles que frequentam o NIH Clinical Center, entre médicos, pesquisadores, funcionários, pacientes e seus acompanhantes.

A atração resulta de acesso exclusivo aos corredores, quartos e laboratórios onde as recentes descobertas da pesquisa orientam tratamentos experimentais, executados com o consentimento de pacientes que têm a esperança de sobreviver a doenças e condições graves.

Durante mais de um ano, as câmeras estiveram no hospital para captar os desafios enfrentados no diagnóstico e tratamento dessas doenças, em procedimentos que representam o futuro da área médica.

No episódio de estreia, médicos e pesquisadores do NIH dão uma ideia da dimensão crítica de seu trabalho: lidar diariamente com diagnósticos severos, por vezes terminais, realizando testes que podem garantir sobrevivência e mudar os rumos da medicina. Entre eles está Dr. Terry J. Fry, oncologista e pesquisador que lidera mais de 250 testes em pacientes com leucemia.

Relatos de esperança permeiam as interações captadas na minissérie – de um lado, os pesquisadores tentam ‘quebrar o código’ de doenças graves como AIDS e câncer; do outro, pacientes se entregam a procedimentos arriscados em busca da cura.

O NIH Clinical Center é o maior hospital dos Estados Unidos com instalações dedicadas inteiramente à pesquisa clínica. Por ele já passaram mais de 500 mil pacientes que se ofereceram como participantes das pesquisas, colaborando com o corpo clínico para criar inovações que podem mudar os rumos da medicina.

Entre os êxitos do NIH estão o pioneirismo na cura de tumores cancerosos com quimioterapia; o uso de nitroglicerina para tratar lesões cardíacas; a identificação de componente genético na esquizofrenia; a primeira substituição bem-sucedida de uma válvula mitral; e a criação de exames de sangue para identificar os vírus da AIDS e da hepatite.