Osvaldo Benavides como Miguel em A Que Não Podia Amar (Reprodução / YouTube)
Osvaldo Benavides como Miguel em A Que Não Podia Amar (Reprodução / YouTube)

O feitiço às vezes pode virar contra o melhor dos feiticeiros – e Bruno (Julián Gil) aprenderá isso da pior maneira nos próximos capítulos de A Que Não Podia Amar. Uma imprudência do vilão fará com que Miguel (Osvaldo Benavides) descubra que foi ele o mandante do atentado contra Gustavo (José Ron).

Tudo começa quando Bruno, seguindo ordens de Cíntia (Susana González), dá dinheiro a um presidiário chamado Torto (ator não divulgado) para que mate o irmão de Ana Paula (Ana Brenda Contreras) dentro da prisão. Devidamente pago e encarregado, o bandido arma um emboscada para Miguel junto a outro prisioneiro e prepara-se para liquidá-lo com uma navalha.

“Chegou sua hora, cara. Me desculpa, mas outra pessoa está pagando bem mais para eu te matar do que o outro que me paga para te proteger”, avisa. Desesperado, Miguel questiona quem é o mandante do próprio assassinato e Torto solta a língua: “O doutor Reis”. “Bruno?”, pergunta Miguel, incrédulo.

Salvo pelo gongo

Certo de que o rapaz está com os minutos contados, Torto acaba entregando-lhe todo o jogo, revelando que Bruno o mandou machucar sua mão em sua primeira passagem pela cadeia e acrescentando que foram o advogado e Rosaura (Ana Bertha Espín) os mentores do assalto que quase matou Gustavo (José Ron).

Por sorte, quando Torto está prestes a apunhalar Miguel, um guarda aparece em busca do irmão de Ana Paula para avisar que uma visita o espera. Trata-se da esposa de Miguel, Daniela (Ingrid Martz), que vem para avisar ao marido que ele será imediatamente posto em liberdade.

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