Cris (Vitória Strada), como Júlia, vai a coquetel no ateliê de Hildegard (Irene Ravache) (Foto: Globo/Victor Pollak)

Cris (Vitória Strada) passou um sufoco ao ficar presa em uma de suas viagens ao passado e se atrasar para o primeiro dia de gravação do filme de Alain (João Vicente de Castro). Mesmo assim, ela volta ao casarão em ruínas para devolver o vestido de Julia Castelo com o qual apareceu nas filmagens.

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No passado, Cris/Julia e Dora (Alinne Moraes) saem para passear. A melhor amiga de Julia questiona se ela aceitará a corte de Gustavo (João Vicente de Castro). Julia garante que o romance é apenas fachada, o que deixa Dora aliviada.

Elas encontram Lucas (Nikolas Antunes) no caminho, que jura que vai pedir a mão de Dora em casamento. Mas a menina é ambiciosa, não quer viver uma vida simples em Rosa Branca.

Julia os convida para um coquetel no ateliê de Hildegard Breton (Irene Ravache). Porém, pede que não comentem nada pois Eugênio (Felipe Camargo) não pode sonhar que a filha está convivendo com a artista.

Cris conhece o pai de Danilo

Na casa de Hildegard, Cris encontra Danilo (Rafael Cardoso). A moça fica impressionada ao conhecer pintores famosos da história da arte, tanto no Brasil como no mundo.

Ela quase entrega que veio do futuro ao comentar a importância das obras de Guignard (Antônio Carlos Teixeira). Encantada com Lucas, Hildegard elogia os belos olhos azuis do rapaz. Ela diz que seria um prazer tê-lo como modelo para seus trabalhos.

Cris/Julia diz a Danilo que precisa ir embora para o pai não desconfiar de seu paradeiro. Mas o pintor pede que ela aguarde a chegada de seu pai, Augusto, que acaba de chegar de Paris.

Júlia não sabia que Hildegard era casada. Na verdade, desquitada. Ao avistar o pai de Danilo, Júlia fica absolutamente surpresa ao perceber que já conhece aquele rosto. Ela sabe o quão significativo ele é em sua história presente.

As cenas estão previstas para irem ao ar nesta quarta-feira (19). Espelho da Vida é de Elizabeth Jhin, escrita com Duba Elia, Renata Jhin, Wagner de Assis e Maria Clara Mattos.

A direção artística é de Pedro Vasconcelos. A direção geral é assinada por Claudio Boeckel. Já a direção fica por conta de Luis Felipe Sá, Rafael Salgado e Tande Bressane.

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