Rato (César Ferrario) em O Outro Lado do Paraíso
Rato (César Ferrario) em O Outro Lado do Paraíso (Divulgação/ TV Globo)

Parece que Rato (César Ferrário) não tem mesmo medo de brincar com o perigo em O Outro Lado do Paraíso. Mesmo sabendo do que Sophia (Marieta Severo) é capaz, o capanga vai chantagear a patroa. Ele vai chamar a vilã para conversar no bar, longe dos garimpeiros. “Não gosto muito desse bar”, diz a mulher. “Aqui a gente conversa melhor. Nessa mesa afastada ninguém ouve o que a gente falar”, explica o empregado. “Está de tanto segredo, Rato. O que há?”, pergunta. “É muito simples. Eu passei todos esses anos cometendo os crimes pela senhora… Até a juíza atropelei”, lembra. “Deu muito certo. E daí?”, quer saber Sophia. “Daí que sempre ganhei merreca. Me arrisco e fico com as sobras”, reclama.

Claro que a vilã vai logo suspeitar das intenções do empregado. “Não gostei. Aonde quer chegar?”, pergunta a vilã. “Dona Sophia matou aquela prostituta a tesourada… Aposto que acabou com o Laerte (Raphael Vianna), do mesmo jeito”, acusa. “O Laerte? Não interessa… Rato, não estou gostando do rumo dessa conversa”, reclama. “Vai gostar menos ainda. Eu prometi sumir com o lençol, a tesoura que matou a moça. As pistas”, continua Rato. “Foi o combinado. Disse que ia queimar o lençol”, lembra a megera. “Não queimei… Tá escondido com a tesoura. Aquele dia disse que tava com a mão destroncada. Foi pra senhora ajudar a enrolar a moça no lençol. Suas digitais tão lá”, diz, deixando a vilã atordoada.

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Sophia pergunta o que realmente o capanga quer. “Uma grana. To apaixonado por uma mulher. Quero grana suficiente pra comprar uma fazenda de soja”, determina. “É muito dinheiro!”, se espanta a dona das minas de esmeraldas. “Prefere que eu bata com a língua?”, ameaça o empregado. “Se fizer isso, vai ser preso como cúmplice. Posso falar do atropelamento”, lembra. “Só vai se enrolar mais. Se me mete na história, faço a caveira da senhora… Quero esse dinheiro. Em troca eu sumo, e deixo as provas na tua mão”, promete.

Esperta , como sempre, Sophia vai tentar ganhar tempo antes de ceder totalmente à chantagem. “Esse dinheiro não se consegue de uma hora pra outra. Eu tenho que avisar no banco. Tem conta, Rato?”, debocha. “Só tem miséria lá, mas conta eu tenho, sim”, diz. “Vamos marcar de ir ao banco. Faço a transferência… Eu tenho que ir antes e tirar o dinheiro de investimentos, pra ficar disponível. É uma operação…muito grande… Venho aqui à tarde…e vamos juntos”, enrola.

Rato estranha o horário. “O banco não fecha no fim da tarde?”, questiona. “Não pra uma cliente como eu. O próprio gerente ficará de plantão. Fazemos o acordo discretamente. Pro teu bem e pro meu, ninguém deve desconfiar” aconselha. “Tá certo, eu espero. Não vai aprontar nenhuma, vai?”, pergunta o empregado. “Estou nas tuas mãos. Não esperava isso de você. Mas se promete sumir depois, fazemos negócio”, promete a vilã. “Eu vou sumir, sim”, garante. “ Temos um acordo?”, diz Sophia, apertando a mão do empregado.

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