Hermes (Caco Ciocler) em Deus Salve o Rei
Hermes (Caco Ciocler) em Deus Salve o Rei (Divulgação)

Caco Ciocler está pronto para voltar às novelas após uma breve participação em Deus Salve o Rei, na pele de Hermes, amigo de Constantino, assassinado pelo duque de Vicenza. O ator estará em Segundo Sol, próxima trama das 21h da Globo, escrita por João Emanuel Carneiro, e que substituirá a atual O Outro Lado do Paraíso. Na história que se passa na Bahia, ele interpretará Edgar, um arquiteto com caráter duvidoso que contrata Cacau (Fabiula Nascimento) como cozinheira, e posteriormente se envolve afetivamente com ela.

Na primeira fase da trama, o rapaz tem aproximadamente 30 anos, 16 anos a menos que o ator, que passou por uma transformação física para encarar o personagem. “Quando me convidaram para a novela, o diretor (Dennis Carvalho) e o autor disseram que eu precisaria emagrecer um pouco. Isso nunca tinha me acontecido antes. Num primeiro momento, achei que fosse uma maneira sutil de me dizer que eu precisava ficar mais bonito. Depois, lendo os capítulos, entendi que meu personagem começa a novela com 20 anos a menos. É um playboy, supermimado, que não trabalha e vive na piscina de casa”, contou o ator ao site da jornalista Patrícia Kogut.

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Caco revelou que em dois meses e meio desde o convite até o início das gravações, iniciou uma dieta rigorosa, em que perdeu cerca de cinco quilos, e ganhou massa muscular ao intensificar seus treinos funcionais, além de ter feitos tratamentos dermatológicos para rejuvenescer a pele. “Você passa por um processo maluco de abstinência. Fiquei irritadiço, tonto e deprimido, mas depois passou. Agora estou superacostumado. O mais difícil tem sido resistir ao cheiro de um bom pão na chapa, de uma pizza e dos chocolates que não sejam 85% cacau”.

Ao ser questionado sobre as características de seu personagem em Segundo Sol, o ator afirmou que considera este um dos trabalhos mais difíceis de sua carreira na televisão: “O Edgar é um filhinho de papai, um privilegiado da altíssima oligarquia baiana, mas aparentemente sem muita autoestima. Ao mesmo tempo, é um conquistador bem-sucedido, gosta de música clássica e toca piano, então, parece ter uma alma sensível. Ele também é fraco de caráter, mas muito carinhoso e afetivo com a filha. Enfim, são muitas pontas soltas e tenho que descobrir qual cola melhor vai unir todas elas. Esse é o barato de fazer uma novela do João Emanuel Carneiro: os personagens são complexos, multifacetados e surpreendentes. E nada é tão fechado”.

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