Até 2050, os ensinos fundamental e médio terão quase cinco milhões de matrículas a menos na comparação com 2018, por causa da queda da taxa de natalidade. Essa mudança demográfica pode ser uma oportunidade para o Brasil aumentar o investimento por aluno.

Para falar sobre esse desafio, o jornalístico Bom Dia Brasil exibe, a partir desta quarta-feira (2), a série Futuro da Educação. Os três episódios tratam de problemas, como a falta de infraestrutura e de condições de trabalho nas escolas, mas também apresentam iniciativas que resgatam o prazer de ensinar e fazem com que jovens do ensino médio vibrem com matérias consideradas mais complicadas, como a Física.

“A física é uma ciência muito linda, com ela entendemos tudo o que acontece no nosso cotidiano”,  diz um aluno da escola pública de Recife que adotou o ensino integral e promove a formação continuada de seus professores. Além da capital pernambucana, o repórter Alan Severiano percorreu escolas em São Paulo, Rio de Janeiro e Belém. “Exemplos como esses nos mostram que há esperança. Vimos que é possível um ensino com qualidade e percebemos o brilho nos olhos dos alunos, a vontade de aprender e a dedicação à escola”, conta Alan. 

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