Estudantes de Medicina de São Paulo contam com a ajuda de robôs para simular partos e outros procedimentos médicos
Estudantes de Medicina de São Paulo contam com a ajuda de robôs para simular partos e outros procedimentos médicos no Globo Repórter (Divulgação/ TV Globo)

Estudos apontam que 65% das profissões dos próximos 15 anos sequer foram inventadas, mas o futuro do trabalho já começou. Nesta sexta-feira (28), o Globo Repórter revela quais as áreas mais promissoras, o que elas exigem dos candidatos, as habilidades que precisam ser desenvolvidas e como aliar profissão com realização pessoal.

“Vamos falar sobre o futuro do trabalho, mas as transformações já estão acontecendo. O jeito de trabalhar está mais independente, com horários flexíveis e mais ajuda da internet. É preciso estar preparado para esse mercado. Não dá, por exemplo, para parar de estudar, mas isso não significa, necessariamente, estar preso ao banco de uma escola ou universidade. O aprendizado está na rede, na vivência pessoal, nas viagens, nos contatos e até no lazer. Tudo isso é valorizado pelas empresas. Vamos mostrar histórias de pessoas que já vivem de acordo com essa nova ordem e de quem não tem medo de se reinventar”, conta a repórter Janaína Lepri.

São histórias como a de Joselito que, aos 70 anos, entrou para o curso de ciência da computação e se tornou diagramador digital. Alex também não hesitou em trocar a carreira de quase 20 anos como analista de sistemas, a estabilidade do emprego e o salário fixo para colocar a mão na massa e se dedicar ao próprio negócio. 

Já o engenheiro mecânico Artur juntou seus conhecimentos em design, física e robótica para criar próteses em três dimensões. E com isso transformar em super-herói o menino Guilherme, que nasceu com uma má formação no braço esquerdo. Até as profissões mais tradicionais estão se adaptando à tecnologia. Estudantes de medicina paulistas, por exemplo, contam com a ajuda de robôs para desenvolver e aprimorar o trabalho em equipe.

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