O deputado federal Kim Kataguiri (Michel Jesus / Câmara dos Deputados)
O deputado federal Kim Kataguiri (Michel Jesus / Câmara dos Deputados)

A discussão política foi o assunto predominante na edição de hoje (sexta-feira, 24) do programa Conversa com Bial. Para dar consistência ao tema, o apresentador Pedro Bial recebeu em sua bancada o trio de deputados federais Tábata Amaral (PDT-SP), Kim Kataguiri (DEM-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES).

Tábata foi a primeira a submeter-se à sabatina de Bial. Ela, que atualmente se define como de centroesquerda, recordou os conflitos com ex-ministro da Educação, Ricardo Vélez. E o recente embate com o sucessor deste, Abraham Weintraub. “Quem é esse ministro pra dizer que eu não vou poder trabalhar?”, disparou a paulistana.

Kataguiri, por sua vez, esclareceu o porquê de o Movimento Brasil Livre (MBL), liderado por ele, ter recusado o apoio à manifestação pró-governo Bolsonaro deste domingo (26).

“Nossa preocupação era ele focar em pautas que não tem relevância para a realidade econômica do país. Hoje vejo o compromisso dele com a pauta econômica em segundo plano”, criticou.

Por fim, já com Rigoni incorporado à conversa, o ‘trio parada dura’ comentou a possibilidade, até agora bem pouco ventilada, de o presidente Bolsonaro sofrer um processo de impeachment. “Agora, seria uma tragédia absurda para o país”, ponderou Rigoni, deficiente visual desde os 15 anos de idade.

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