Band
Band (Divulgação)

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) impediu, após processo do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (SJSP), que a Band realize alguma nova demissão em seus departamentos de jornalismo e esporte.

Tal decisão ocorre dias depois da emissora do Morumbi fazer uma série de dispensas em setores de seu jornalismo. Entre os dispensados, estavam repórteres históricos, como Antônio Petrin, além de editores, produtores, entre outros.

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A decisão prevê que a Band não pode dispensar contratados sem negociação prévia com o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. Nesta quarta (17), uma audiência entre o SJSP e os profissionais demitidos da Band nas últimas semanas ocorreu.

Além disso, o Sindicato teve uma audiência com a Tribunal Regional do Trabalho. O assunto neste caso foi como a Justiça do Trabalho pode impedir novas dispensas sem prévio aviso daqui pra frente.

Caso a Band demita alguém fora desses trâmites, terá de pagar uma multa de R$ 15 mil. Na semana passada, o Sindicato também fez um protesto na porta do Grupo Bandeirantes como forma de retaliação pelas demissões.

As demissões na Band começaram a ocorrer no último dia 4 de janeiro. Setores como jornalismo, artístico e operações foram os mais atingidos.

No jornalismo, foram dispensados nomes como Débora Cunha, chefe de redação da emissora; Paulo Salgado, editor do Café com Jornal; Carla Brandão, pauteira do Jornal da Band; Célio Galvão, editor do Jornal da Band; e Lúcio Tabarelli, repórter mais antigo do Brasil Urgente, apresentado por Datena.

Quem também foi dispensado foi o repórter Antônio Petrin, um dos mais conhecidos da casa. Petrin foi repórter esportivo na casa e no início desta década, realizava matérias de jornalismo geral. Ele chegou a substituir Bóris Casoy no Jornal da Band, quando este foi para a RedeTV!.

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