Sonia Abrão sobre fase em que explorava casos policiais: “Era muito desgastante”

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Sonia Abrão (Divulgação)

Comemorando 10 anos do A Tarde é Sua nesta semana, Sonia Abrão concedeu entrevista ao portal iG e relembrou a fase em que explorava casos policiais.

“Vários crimes chocaram bastante, como o da Isabella Nardoni, do goleiro Bruno, do Gil Rugai… Quando estávamos nessa pegada policial era dor em cima de dor. Acabava o programa e a gente estava arrastando corrente, era muito desgastante”, avaliou.

Ela destacou que contribuiu para a solução de um de um deles: “Nosso trabalho foi fundamental no acidente do Hopi Hari, no qual a menina (Gabriela Nichimura) despencou de um brinquedo (em 2012). Tivemos acesso às fotos que o pai fez antes de ela despencar e vimos que ela não estava no assento que imaginaram. Nossa reportagem mudou todo o rumo da investigação e resultou em uma indenização de R$ 10 milhões para os pais”.


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A jornalista confessou levar com bom humor as críticas que recebeu no período. “Causou estranhamento um programa policial feito às 15h e por uma mulher, geralmente eles são no fim da tarde e feitos por homens, que tem mais resistência emocional. Veio ‘Sonia Abrão facts’, ‘Sonia Caixão’, ‘Sonia não faz programa ao vivo, faz ao morto’… Eu virei piada nacional (risos)”, divertiu-se.