Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Claudio Paiva avaliou o desempenho de Chapa Quente, série criada para substituir o sucesso A Grande Família.

O roteirista disse que errou no início do semanal: “Me deu vontade de fazer crítica social e política mais agressiva. E pesei a mão. A linguagem na charge tem esse deboche, na TV foi um erro. A série ficou pessimista, um erro que não dá para cometer. Na situação atual do país, as pessoas estão ligadas em tudo, mas têm esperança que vá melhorar. Quando corrigimos o tom, a audiência subiu”.

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Ele revelou que vê semelhanças entre Tá no Ar e TV Pirata: “Mas e daí? É interessante pra burro, acho do c… o programa! Acho uma conquista. Eles são bons demais!”.

Paiva falou ainda da entrada de Marcos Caruso interpretando um deputado em Chapa Quente. “Sou chargista, minha formação de humor vem do “Pasquim”. Esse político era inevitável. Uma vez tava discutindo com os cassetas e comprei uma briga sobre o “Pânico”. Falei: esses caras não têm ideologia, e nós temos! A onda do “Pânico” é fazer bullying”, avaliou.