Alexandre Nero sobre o futuro de Romero em A Regra do Jogo: “Eu acho que ele deveria morrer”

Após processo, Alexandre Nero apoia Mônica Iozzi com postagem irônica
Alexandre Nero (Globo)

Na reta final de A Regra do Jogo, o grande protagonista da trama global, Alexandre Nero, falou um pouco do futuro do personagem e relatou que a morte seria ideal para o desfecho de Romero. “Eu acho que a única maneira de um cara ter uma redenção, de um ser humano de verdade, real, ter uma redenção, é morrendo. Quando morre todo mundo vira santo. Eu acho que a única maneira de alguém virar um herói, das pessoas virarem santos, é a morte. Qualquer pessoa. Quando estiver vivo, todo mundo tem um rabo preso. Todo mundo tem um lugar frágil para atacar e ser atacado. Então, o Romero não é diferente. Ele tem defeitos, como muitos. Como todo mundo. E, muito grande. Como todo mundo. E, qualidades como todo mundo. Eu acho o Romero um cara muito comum. Muito diário! Muito mais que a gente pensa. O Romero é tão maravilhoso. Que o próprio público não se enxerga nele. O Romero se engana que ele é bom. O público também. As pessoas acham que elas são boas. Elas não são boas. Elas têm defeitos. Tem muita coisinha ali embaixo, mas elas sempre acham que são melhores que os outros. Sempre são os outros. O Romero também acha isso. Ele acha que os problemas são os outros, e, ele não”, relata Nero.

Pai de primeira viagem, Alexandre Nero fala da sensação ao ver o rostinho de seu filho pela primeira vez. “A minha vida inteira passou pela minha cabeça. Eu tive momentos que eu ria, que eu chorava, tive momentos que eu me emocionava. Passou muita coisa pela minha cabeça. Lembrei da minha infância, lembrei do meu pai, da minha mãe, de todo o meu trabalho até chegar aqui. Não foi consciente. As coisas foram passando. Quando alguém passa por um acidente, parece que a vida passa em fração de segundos. Mais ou menos isso que aconteceu comigo. Foi uma sensação muito maluca. Não sei descrever isso. Entretanto, é uma sensação muito próxima de estar alcoolizado. Sei lá!”, sentenciou.