TV Pirata

Ney Latorraca, em plenos 71 anos, desembarcou na Comic Con Experience, feira cultural pop em São Paulo. Ele esteve em um painel sobre a história da saudosa TV Pirata e seu legado, com a participação do ator Cláudio Paiva, Cláudio Manoel e Diogo Vilela. O evento, abordou os 50 anos da Globo.

Em entrevista ao Estadão, Latorraca fala que “O TV Pirata é atemporal” e ainda afirma: “O programa tem uma coisa de família, de pai que fala sobre aquilo para filho, tem uma memória afetiva muito forte que mantém aqueles personagens conhecidos para as novas gerações.”

O humorístico, produzido entre 1988 e 1992, foi um marco no humor televisivo, que era sustentado até então pelo rádio.


Conforme Latorraca contou à reportagem, “o programa funcionou porque era escrito pelo pessoal do teatro – Cláudio Paiva, Cláudio Manoel, Miguel Falabella, Patrícia Travassos…E eu me lembro que quando o Guel (Arraes, diretor) nos chamou, nós não tínhamos nenhuma pretensão de revolucionar nada, fomos fazer aquilo sem nenhuma ambição.”

O ator ainda citou o seu personagem Barbosa, o velho babão de Fogo no Rabo (paródia da novela Roda de Fogo), que ganhou quadro próprio. “Eu imitava um velhinho. Todo mundo pediu: ‘faz o velhinho!’. Quando apareceu o Barbosa, fui buscar lá na infância”, lembrou-se Latorraca que imitava um velhinho quando tinha 10 anos, em brincadeiras entre amigos.

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