“A Fátima cair vai ser sempre incrível”, avalia Felipe Andreoli


Felipe Andreoli é o novo substituto de Fátima Bernardes no Encontro após as saídas de Dan Stulbach e Marcos Veras. Ao lado de Ana Furtado, ele assume o matinal nas ocasiões em que a jornalista estiver em férias.

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“É Encontro com Fátima. Assim como o Mais Você [de Ana Maria Braga], são programas que têm a cara do dono. É um dos motivos de ter dois apresentadores [nas férias]. Uma pessoa só é muito difícil segurar, pelo peso que a Fátima tem. Tentei aprender o máximo. A partir de quando fiquei sabendo, fiquei observando como a Fátima se movimentava no estúdio, as câmeras para que ela olhava, a maneira como ela trata os entrevistados, antes e depois de entrar no ar. Por eu ser homem, mais jovem, uma personalidade totalmente diferente, vou ter esse alvará de fazer do meu jeito — foi o que ela [Fátima] me falou. Como a Ana [Furtado] já tem essa experiência, bater essa bola com ela vai ajudar a dividir a responsa”, disse ele à Folha de S. Paulo.


Ele comentou as repercussões dos “micos” que Fátima paga no programa: “Até brinquei com a Fátima sobre a bolada [Andreoli, ao fazer embaixadinhas, acabou acertando a bola na cara da apresentadora]: “Pô, passei o ano inteiro fazendo matéria, e o que deu mais destaque foi te dar uma bolada”. A gente sabe que essas coisas viralizam. Como a Fátima ficou anos fazendo a bancada do Jornal Nacional, qualquer coisa que saia um pouco do normal é incrível. A Fátima cair, tomar bolada, vai ser sempre incrível. Por mais que a gente já tenha se adaptado e saiba que está num projeto totalmente diferente, vem aquela imagem: “Caramba, tocou o telefone ao vivo da mulher do Jornal Nacional”.

O profissional avaliou a diferença entre o CQC e o Encontro. O CQC era um programa semanal, no fim da noite de segunda-feira. O Encontro é um programa diário, às 11h. O que falo no CQC não posso falar no Encontro. Hoje, sou muito mais eu, é muito mais natural fazer o Encontro do que o “CQC”. Porque às vezes eu tinha que forçar uma graça, falar alguma coisa que eu ficava desconfortável. Fazer uma piada com alguém que às vezes eu não achava engraçada – e eu não fazia, sempre me posicionei assim. Muitas vezes, piadas em grupo, propostas pelo produtor, pela galera que faz roteiro, e eu olhava algumas coisas e falava: “Isso não vou falar, não vou fazer. Não acho engraçado”, afirmou.