Crise afeta setor de TV paga no Brasil


O setor de TV Paga no Brasil, um dos mais promissores e um dos símbolos da ascensão das classes C e D, vem sido ligeiramente afetada pela crise financeira que assola a nossa nação.

O número de assinantes novos conquistados pelas bases anda diminuindo comparando a números de 2013 e 2014 da ANATEL, o desaquecimento do setor é fato. O motivo principal é que com a crise e sem a confiança no seu emprego, o brasileiro está pensando 2 vezes antes de comprar ou assinar algo, e está cortando gastos.

No outro lado com o desaquecimento das adesões, as empresas colocaram pé no freio na adição de canais, expansão de novas áreas, de inclusão de serviços e recursos, novidades e também andam desativando departamentos inteiros e demitindo funcionários. O fantasma do dólar alto e da indecisão da economia brasileira também tem sido indigestos ao setor.


As empresas que fornecem o chamado serviço On.Demand via streaming, com a queda da TV Paga tem conquistado cada vez mais assinantes, pelo preço (muito menor que a TV Paga) e pela quantidade de séries, filmes e documentários que ofertam em seu portfólio. Um dos motivos da questão de preço é que a TV Paga tem um custo operacional com rede ou satélite, funcionários para instalação, manutenção, recepção, centrais. Já o serviço de streaming tem apenas o custo operacional dos servidores.

O imposto no setor também vem prejudicando as empresas.

O setor já havia experimentado uma grande crise no começo da década de 2000 e final dos anos 90, com a alta do dólar (equipamentos e canais são pagos em dólares) e com a baixa adesão de assinantes, já que a TV Paga era voltada as classes A e B.

E também tem o famoso GATO, que promete centenas de canais por 12 parcelas e após isso o serviço fica gratuito com apenas 1 atualização mensal ou anual.