Cátia Fonseca nega convite da Record


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Recentemente surgiram rumores que Cátia Fonseca, apresentadora do Mulheres na TV Gazeta, estaria sendo sondada pela sua antiga emissora, a Rede Record. Cátia estaria cotada para integrar o time do Hoje em Dia e reforçar a equipe do programa que já conta com Edu Guedes, Chris Flores e Celso Zucateli.

Em entrevista à Caras online, Cátia nega o convite e reafirma que está muito bem na Gazeta.


“Desde que cheguei aqui, já falaram que eu ia estrear em todas as emissoras, menos na Globo. Eu me divirto com isso. Nesse caso especial da Record, achei ótimo o boato. Não por eu ter sido convidada, porque não fui. Mas por saber que foi uma ideia do departamento comercial. Que bom! Sinal que os clientes estão fazendo minha divulgação por aí. Tenho 21 clientes por dia, hoje foram 23. Então o departamento comercial me escolheu porque eu vendo bem. Que maravilha, não é?”

Mas se um convite surgir ela está aberta a novos desafios. “Eu sou muito transparente. Desde que começaram a sair boatos, muitos anos atrás, eu avisei: ‘É um casamento. Não tem como ter traição. O dia que aparecer qualquer convite que eu achar interessante, a Gazeta vai ser a primeira a saber’. Assim como no dia que eu deixar de ser interessante, acho que eles vão me falar. A gente nunca pode dizer dessa água não beberei, mas eles serão os primeiros a saber.”

Cátia falou ainda sobre sua relação com Mamma Bruschetta. A amizade que hoje parece indestrutível, já esteve ameaçada, logo no começo, quando Cátia chegou na Gazeta, ela chegou a pedir que a Mamma fosse demitida.

“Sim, isso era verdade. Eu falei que não queria ela mesmo. Olha, a Mamma, no tempo do Clodovil… Quando me fizeram o convite para vir para cá, eu falei: ‘Tá, mas a Mamma eu não quero’. Ela era muito amarga, muito mesmo. Era maldosa. Era a característica que o Clodovil queria nela. A Mamma era terrível, arrancava as pessoas do armário, não tinha muito a ver comigo. Aí insistiram e eu disse: ‘Bom, se vocês conseguirem deixar ela boazinha, tudo bem’. Quando eu comecei no programa, fui falar, porque gosto de ser clara: ‘Mamma, antes que te contem vou contar eu. Eu não te queria, você era muito maldosa’. Aí ela mudou o estilo e começou a falar que tinha sido abençoada pelo Papa. E assim ficou. Eu acho que a gente tem que ser clara. Não adianta fingir que adorava, se não era verdade. Hoje, a gente se dá muito bem. Claro, como toda família, tem uns arranca rabos aqui e acolá, mas no final a gente se adequa.”

Cátia é considerada Rainha do Merchandising, com mais de 20 inserções comerciais por dia no programa Mulheres, ela adora o apelido. “Eu acho ótimo ser chamada de rainha do merchandising, é sinal de que o cliente gosta do que eu faço. Tem muito apresentador que reage mal à isso. As pessoas se sentem culpadas. Mas gente, tudo é uma grande venda nessa vida, concorda? Os clientes que tem aqui passam por um crivo da emissora, e se eu não gosto de algum produto eu tenho a possibilidade de recusar. Às vezes acho que falta para alguns apresentadores se sentir bem com isso. Merchandising não é ruim. Ruim é ficar cutucando a ferida do outro. Isso eu não consigo fazer. Mas também não consigo entender esse pudor com merchandising. Ganhar dinheiro é ruim? O que difere eu ganhar dinheiro no programa ou ser vendedora de uma loja? É a mesma coisa. Vendo qualquer produto, a única coisa que eu não faria é campanha política.”

Simples e despreendida da vida glamourosa da TV, Cátia não se abalaria e nem tem medo de no futuro ficar fora da televisão. “Não sou de ter medo de certas coisas. Às vezes as pessoas me perguntam: ‘Ai, e se você sair da televisão?’. Ora, se eu sair da televisão vou vender coxinha na estação ferroviária, isso aqui não é minha vida. Eu amo TV, mas minha vida é mais ampla do que isso.”