Mesmo sem direito de transmissão a Record aposta alto na cobertura da Copa do Mundo no Brasil. O time escalado deve transmitir tudo o que acontece aos arredores dos estádios. Para tal a emissora conta com a participação de Sabrina Sato, Marcos Mion e Rafael Cortez.

A cobertura paralela envolve gravações de entrevistas leves e participações despojadas dos apresentadores com os torcedores nas proximidades dos estádios do mundial da Fifa. “Vamos estar em todos os lugares que o Brasil estiver”, disse o Marcelo Silva, superintendente artístico da emissora.

A Record colocou no mercado publicitário um plano comercial de seu projeto de Copa do Mundo. O meta prevê a cobertura jornalística do evento. Para os patrocinadores a emissora pede R$ 47 milhões para a cota nacional.