Não foi tão ruim assim: veja cinco quadros que todo mundo gostou do Pânico na Band

Emílio Surita é o apresentador do Pânico na Band
Emílio Surita é o apresentador do Pânico na Band (Divulgação/Band)

O Pânico deve sair do ar na Band no próximo mês de dezembro, depois de cinco anos no ar na emissora do Morumbi. Contando os tempos de RedeTV! – quase nove anos -, são cerca de 14 anos na televisão.

É notório entre fãs e imprensa que o auge do programa foi na antiga emissora, mas na Band, o Pânico teve seus bons momentos. Principalmente no primeiro ano de casa – 2012 -, o humorístico teve boa média anual, tendo 8 pontos, e quadros marcantes.

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No mais, o programa viveu de lampejos, mas teve quadros engraçados e bordões que viralizaram em todo o Brasil – por mais que eles ficassem restritos aos quadros satíricos de Carioca e Edu Sterblich.

Veja os cinco quadros que todo o mundo gostou no Pânico na Band:

1 – Jornal do Bóris 

Estreado no primeiro dia na Band, o Jornal do Bóris pegou de cara e mostrou como Carioca é um dos melhores imitadores do Brasil.

Com o seu “boa noite”, e coadjuvantes sensacionais – Fernando Litre, Paulo Guarda-Chuva, Confuso Sobrinho e Joelmir Gretchen -, não tinha como não rir com o quadro. O talento de Edu Sterblich também se sobressaiu.

2 – A Turma do Didi Maiscedo

Surgido em 2013, A Turma do Didi Maiscedo era uma sátira corajosa do Pânico ao dono da RecordTV e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo.

Com o bordão “Isso é coisa de Deus!” e outra imitação perfeita de Carioca do líder religioso, o quadro não durou tanto por problemas jurídicos, mas fez rir.

3 – A Turma do Marcelo Sem Dente

Outra sátira perfeita de Carioca, A Turma do Marcelo Sem Dente substituiu o quadro acima, e rendeu muito. Fez tanto sucesso que chegou a ter duração de quase 20 minutos em alguns domingos, de tanto que segurava o Ibope.

Inspirado no sucesso do saudoso Marcelo Rezende no Cidade Alerta, o programa lançou o bordão “Corta pra 18!”, que pegou em outro país. Outro personagem surgido desse quadro foi tão bem sucedido que virou quadro próprio. E esse falaremos mais abaixo.

4 – Poderoso Castiga 

Em um dia, Edu Sterblich lançou personagem. Coadjuvante de início, o seu bordão e seu jeito de falar ganharam o país. Poderoso Castiga e o seu “mais ou menos, mais ou menos…” ganharam as ruas.

Foi tão popular, que virou um quadro próprio e num teatro, fazendo a primeira incursão desse tipo no Pânico, a Igreja do Poderoso, que fez sucesso em todo o Brasil. Com a saída de Sterblich, ele se foi também. E faz muita falta. Pra muitos, foi o último grande bordão do Pânico.

5 – Pânico na Bunda

Uma sátira de toda a história do Pânico dentro do Pânico. Num domingo de 22 de setembro de 2013, o Pânico propôs um embate entre Carioca e Gui Santana: quem criasse o melhor quadro, ficava no ar.

Gui foi genial. Criou um quadro que satirizava os antigos quadros do Pânico, como Sandálias da Humildade, Dança do Siri, Hora da Morte e até mesmo Zina, dono do bordão “Ronaldo!”.

Para muitos, foi uma mostra do que o Pânico já foi e o que ele seria hoje: uma caricatura de si mesmo. Mesmo muito elogiado na internet, naquele dia, o Pânico na Bunda ficou no ar por apenas algumas semanas. Motivo? O quadro de Carioca, supostamente, venceu na tal votação para ficar no ar.