Felipe Bronze, apresentador do Top Chef
O Chef Felize Bronze comandará a nova atração culinária da Record TV (Foto: Divulgação/ Record TV)

Conhecido por apresentar programas no GNT, como o The Taste Brasil, o chef de cozinha Felipe Bronze resolveu trocar um pouco o circuito fechado pelo sinal aberto da Record TV, onde comanda, desde o último dia 3 (quarta-feira), o reality show Top Chef Brasil.

O programa da Barra Funda se diferencia do MasterChef e do SuperChef, do mesmo segmento, por misturar competição gastronômica e confinamento. Para Bronze é esse o grande atrativo do formato. “Os participantes estão lá para se provarem na cozinha e não por exibicionismo, o que torna o confinamento um problema extra e não um fim em si”, analisa.

Nesta entrevista, ele fala um pouco sobre o desafio de estar à frente de um projeto dessa magnitude, do qual ele próprio confessar ser fã. “Já foi meu sonho, inclusive, ganhar o Top Chef! Mas acabei ganhando muito mais que isso”, gaba-se.

Cada um no seu quadrado

Além dos desafios na cozinha, os chefs são confinados numa casa, como em outros reality shows tradicionais. O comportamento dos participantes fora da cozinha interfere de alguma forma nas avaliações?

De forma alguma! Julgamos somente a comida, o prato, nunca a pessoa. Não me sentiria à vontade para avaliar o comportamento de ninguém, cada um tem sua personalidade e a beleza da cozinha é ver como cada chef põe isso no prato. Uma vez no prato, aí é conosco.

Você teria a coragem de participar de um programa como o Top Chef?

Sou competitivo, gosto muito do formato e adorei cozinhar no programa de estreia. Participaria sim, com certeza! Já disputei uma competição gastronômica e foi inesquecível. Já foi meu sonho, inclusive, ganhar o Top Chef! Mas acabei ganhando muito mais que isso.

Você acredita que a competição ainda irá crescer e surpreender os telespectadores?

Tenho certeza absoluta que o Top Chef, do terceiro episódio para frente, ficará cada vez mais eletrizante e surpreendente. Não só pelo óbvio – os participantes ficam mais conhecidos, mais à vontade na competição e as provas mais difíceis –  mas também pelo não óbvio: chefs que chegaram em tese mais fracos no início crescem assustadoramente e a competição embola de verdade. O Top Chef é implacável. Impossível ganhar esse programa sem ser muito forte, seja na cozinha, seja pessoalmente.

Uma opção diferente

Você se preocupa em acompanhar a reação dos internautas nas redes sociais e consumidores da atração?

Acompanho, claro! Tudo que está relacionado ao Top Chef, bem como a todos os meus programas, me interessa a fundo. Essa maneira de ouvir o público, em tempo real e sem filtros, é fascinante… e viciante também. 

Em sua opinião, qual é o grande diferencial do Top Chef que o torna especial em comparação aos demais shows culinários que existem na rede aberta do país?

Top Chef é muito diferente de tudo que há na televisão aberta: seja pelo nível dos competidores, todos grandes chefs profissionais, seja pelo confinamento, uma vez que eles estão lá para se provarem na cozinha e não por exibicionismo, o que torna o confinamento um problema extra e não um fim em si. Fora isso, Ailin [Aleixo], Emmanuel [Bassoleil, jurados do programa] e eu estamos lá para por nossa profissão para cima, dar força, tirar o melhor deles e não para sermos carrascos. O Top Chef não é só diferente. É único.

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