Rochelle (Giovanna Lancellotti) em Segundo Sol
Rochelle (Giovanna Lancellotti) em Segundo Sol (Divulgação/ TV Globo)

A atriz Giovanna Lancellotti, que esteve no ar recentemente como a Rochelle de Segundo Sol, foi uma das estrelas que marcaram presença nas gravações do especial de fim de ano de Roberto Carlos. Em entrevista ao Observatório da Televisão, a atriz falou sobre sua paixão pelo cantor, projetos futuros e carreira no cinema. Confira:

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Sua família é fã do Roberto Carlos?

“Desde pequena minha avó sempre gostou. Tem uma amiga que sempre que está em casa pede para a gente tocar Roberto Carlos. Acho que a minha geração deve ter uma relação com Roberto Carlos que remeta a família. Reuniões familiares de domingo, natal, coisas assim. É o segundo ou terceiro especial que eu venho e essa é a primeira vez que eu trago a minha avó”.

Qual a sua música preferida do Roberto Carlos?

Como É Grande o Meu Amor Por Você, essa lembra muito a minha família e me emociona. Mas, todas as músicas eu gosto, todas estão presentes e tocaram em novelas”.

“Nunca conversei com Roberto Carlos”

Você já conversou com ele?

“Não. Nunca vi ele por perto”.

Seus avós vieram especialmente para ver Roberto Carlos?

“Sim, de São João da Boa Vista”.

Como vai ser o seu final de ano?

“Vou para a Bahia, acho que meu ano foi muito Bahia, impossível não ir para lá. Vou com meus melhores amigos e estou muito ansiosa”.

E para 2019, o que você tem de novidades?

“Estou com três filmes para lançar. Os três serão no primeiro semestre. Mas na televisão não tem nada certo ainda”.

A Rochelle te deixou em um outro patamar?

“Não sei sobre essa coisa de patamar. Mas mudou muito a minha vida como pessoa e como atriz. Eu amadureci. Este ano eu mudei de patamar de idade, de maturidade e acho que algumas pessoas se surpreenderam e passaram a dar mais credibilidade, talvez. Foram cenas muito difíceis, mas acho que quando você está muito afim de fazer, acontecem. Mas foi um processo intenso e longo de treinamento”.

“Quando eu resolvi ser atriz, meus planos sempre foi o cinema”

Na TV você não tem este sotaque que você apresenta como pessoa física. Como você vê isso?

“Eu tiro o sotaque. Eu acho que  no incio da minha carreira, aos 17 anos, eu só estudava teatro e não me preocupava com isso. No meu primeiro trabalho na TV Me falaram que com este sotaque não dava. Então eu comecei a fazer fono e virei uma chavinha. Cortou a cena, voltou o sotaque. Eu moro aqui no Rio há 20 anos e eu não consigo tirar o sotaque”.

Você é supersticiosa?

“Eu gosto de passar o ano de branco, só quero paz, o resto vem”.

Você fez mais cinema, né?

“Foi uma diferença pra mim. Quando eu resolvi ser atriz, meus planos sempre foi o cinema. A TV entrou na minha vida de uma forma inesperada e natural. Eu entrei na onda e comecei a curtir e hoje eu adoro fazer TV. Este ano eu consegui realizar muitos sonhos com cinema. Eu dublei um filme da Disney, Wi-Fi Ralph, era um sonho mesmo, sonho de toda a minha vida. Foi incrível dublar, ninguém bota fé, mas eu chorei quando eu fiquei sabendo. Eu amei a experiência, adoro o trabalho de dubladores, várias pessoas que já fizeram participações nas novelas que eu já fiz eram dubladores. Muita gente me reconhecem pela voz, é engraçado. Eu tenho um negócio com isso de dublagem. Tudo Por Um Popstar também foi incrível”!

*Entrevista feita pelo jornalista André Romano 

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