Atriz chama atenção no programa (Reprodução/Record)
Atriz chama atenção no programa (Reprodução/Record)

A atriz e ex paquita, Barbara Borges é uma das finalistas do reality musical “Dancing Brasil” ao lado da repórter e apresentadora Geovanna Tominaga e da Miss Brasil 2017, Raíssa Santana. Barbara se destacou ao longo dos 3 meses de competição e nesta quarta-feira (11) concorre ao prêmio de 500 mil reais. Em entrevista exclusiva para o jornalista André Júnior, confira o que a loira comentou sobre o desafio de enfrentar as apresentações semanais do “Dancing Brasil” na Rede Record e o prazer de poder trabalhar mais uma vez ao lado de Xuxa Meneghel.

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Bárbara você e o seu bailarino profissional, Marquinhos, foram uma das duplas que mais chamaram atenção dentro do programa devido à superação a cada semana, qual foi o ritmo mais difícil que vocês tiveram de dançar durante o programa até então?

“Quando aceitei participar do Dancing eu tinha uma ideia de que não seria fácil por mais que eu já tivesse uma relação antiga com a dança. Eu dançava jazz na adolescência e a minha experiência com a dança era sozinha ou em grupo, quando fui paquita, não em dupla, ainda mais com ritmos que eu nunca havia dançado, alguns nem conhecia! Além disso, o fato de que estava parada de atividades desde que me tornei mãe, há aproximadamente 4 anos. De dança então… estava enferrujada há muitos anos!!”

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A maternidade me “tirou de cena” durante 4 anos e era esse o desafio profissional que precisava viver!! Tinha recém operado uma diástase abdominal decorrente das duas gestações dos meus filhos. Quando o Dancing entrou no ar, eu tinha 3 meses da cirurgia. A médica me liberou e eu me entreguei ao desafio!

A cada semana vivenciei um tipo de dificuldade com cada ritmo. Alguns ritmos foram mais difíceis que outros. O Zouk me marcou porque tive muita dificuldade em fazer as ondulações e a coreografia por conta de uma dor nas costas e costela bem forte, reflexo de uma vértebra rodada. Entrei em desespero porque o medo era o de não conseguir dançar.

E na salsa, a música era muito rápida então a coreografia ficou numa velocidade tão frenética que senti muita dificuldade de executar bem os movimentos e os acabamentos.”

– No início do reality, os jurados criticaram muito o fato de verem uma imagem infantil e pediram para que você deixasse seu lado mulher ser exposto, a experiência com a dança te ajudou a ter mais confiança? Independentemente de ser campeã ou não, como você entrou e como você deixará o “Dancing Brasil”?

“Doeu um pouco receber essa crítica dos jurados mas ela foi fundamental para o meu crescimento e a minha redescoberta como artista. Eu precisava sair do casulo da mãe. Ser mãe é uma alegria pra mim mas de certa forma eu deixei a mulher de lado mesmo e também questionei muito o meu ser atriz!

Não criei resistência à essa crítica, eu abri meu coração. Estava mesmo disposta a ir fundo na proposta de me reinventar. Aos poucos a dança foi desabrochando a atriz adormecida dentro de mim. Entrei no Dancing achando que vivia um resgate da dança e acabo com a certeza de que, independente do resultado, foi a dança que me resgatou! Resgatou a minha feminilidade, a minha arte!”

A repórter Geovanna Tominaga e a modelo Raíssa Santana completam a disputa da final ao seu lado. Quem, além das duas finalistas, você gostaria que estivesse com você para concorrer ao prêmio de 500 mil reais?

“Hylka. Na minha opinião, ela cresceu muito no programa e sua saída foi prematura. Era uma forte candidata à final!!”

Como está sendo essa experiência de trabalhar ao lado da Xuxa Meneghel de novo? Os fãs da sua fase de paquita devem estar extremante nostálgicos, não?

“É muito simbólico pra mim estar novamente ao lado da Xú. Sinto que a vida sempre me dá o presente de voltar a estar ao lado dela porque tenho grandes aprendizados.
Com ela vivi o início da minha carreira como paquita há 23 anos. Depois que tive o meu primeiro filho Martin Bem, trabalhei 4 meses como repórter dos bastidores do programa Xuxa Meneghel para o R7. Tive meu segundo filho Theo Bem e voltei ao trabalho na novela Belaventura, mas sinto que o Dancing Brasil me proporcionou a verdadeira volta da Bárbara Borges, atriz, artista em essência. Começo e recomeço e a loira sempre por perto!

Os fãs da época de paquita são muito amorosos. Me enche de alegria quando antes de começar o Dancing, eles cantam pra mim a música “Telefone Toca” que eu cantava na época de paquita. Quando me abraçam, me contam das lembranças da infância e adolescência. Sinto profundo amor e gratidão!”

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