Fabíola Reipert abre o jogo sobre o sucesso do quadro A Hora da Venenosa: “Ali ninguém é falso com ninguém”

Fabíola Reipert
Fabíola Reipert (Divulgação)

Fabíola Reipert é o tipo de pessoa que você a ama; ou você a odeia. Mas para quem conhece esse paulistana a fundo, percebe que ela só emana amor. Tida como uma ‘pedra’ no sapato das celebridades, a jornalista está em uma fase mais light, mesmo assim, seu quadro A Hora da Venenosa, vem batendo o Vídeo Show, na média nacional de audiência. Em um papo intimista, Fabíola conversou com nossa reportagem e contou detalhes de sua nova fase mais leve. Confira o papo:

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Qual é o balanço que você faz de sua carreira?


Eu comecei como repórter de variedades no jornal ‘Agora’ e depois virei colunista lá. Após dez anos e meio, saí para fazer um blog sobre famosos no portal ‘R7’. Agora estou como apresentadora de um quadro sobre famosos no ‘Balanço Geral SP’, da Record. Para mim, toda fase foi boa, me fez aprender várias coisas. E, se fosse preciso, começaria tudo de novo.

Você deu uma pausa em seu blog. Como está sendo se dedicar exclusivamente a TV?

Eu adorava fazer o blog, sinto falta dele. Mas estou gostando, pois antes estava bem corrido. Agora posso me dedicar inteiramente a uma coisa só, gravar mais na rua, etc.

O Vídeo Show perde sempre para o seu quadro no Balanço Geral. Qual é o segredo do sucesso?

Acho que o segredo é que (Reinaldo) Gottino, (Renato) Lombardi e eu temos química, temos uma sintonia legal e passamos isso para o público. Ali ninguém é falso com ninguém. E não queremos puxar o tapete um do outro.

Como é a Fabíola fora dos holofotes?

A mesma coisa que se vê na TV. Meu jeito é aquele. Gosto de coisas simples, sem frescura. Não faço questão de nada que tenha glamour. Gosto de ir à rua 25 de Março, aqui em São Paulo, onde tem várias coisas baratas, como bijuterias, por exemplo. Vou à feira comer pastel. Amo praia e de vez em quando, vou ao cinema. E também curto muito ficar em casa vendo um filme.

Você é vaidosa em relação ao corpo?

Gosto de me arrumar, mas sem neuras. Não sou daquelas que fica olhando o tempo todo se o cabelo está no lugar. Sobre dietas e afins, eu fecho a boca durante a semana, mas no fim de semana deixo a vida me levar. Ando no parque perto de casa e faço um pouco de musculação. Mas não vivo só para isso, não.

Quem acompanha você nas redes sociais percebe que você está pegando mais leve com as celebridades. O que aconteceu? Aconteceu algum tipo de censura em relação aos bafos?

Nada de censura, mas  TV é diferente do blog. Lá eu dou a cara a tapa, mas preciso tomar cuidado para não ser mal interpretada.

Você começou sua carreira em redação de jornal. Hoje, é conhecida no país todo. Como que é o carinho nas ruas?

É muito bom ver as pessoas reconhecendo nosso trabalho. Pedem para tirar fotos, perguntam do Gottino e do Lombardi. São muito carinhosos com a gente. É uma energia maravilhosa.

O SBT colocou um programa de fofoca no ar para concorrer com vocês. O que você acha da atração?

Eu não vejo, pois é bem no horário que estou no ar.

Dizem que você é mal amada. E o coração?

Acho engraçado falarem isso. Nem ligo. Mas posso te dizer que está ótimo. Agora em janeiro fez sete anos que estou com o Diogo Trigueiros. Nem falo muito dele, pois não vejo necessidade de expor minha vida pessoal.  Eu não sou notícia, eu dou a notícia.

Em sua opinião, qual é a celebridade mais odiada do país?

Luana Piovani.

E a mais amada?

Ivete Sangalo.

O que tira você do sério?

A falsidade. Pessoas que se fingem de seu amigo, mas não são. Pessoas que querem puxar o tapete, que apunhalam pelas costas.

O que você acha do politicamente correto? É um tipo de censura velada?

Morro de preguiça. Acho censura, sim. Não se pode falar mais nada que é preconceito. A vida ficou meio chata. Claro que não concordo com preconceito nem com ofensas, mas tudo ser proibido é chato demais.

Qual é a sua relação com o também jornalista de celebridades, Léo Dias?

Eu me dou muito bem com ele, somos amigos, nos conhecemos há muito tempo. Ele tem uma alma muito boa.

Você se considera uma celebridade?

Não! Nem quero. Não acho que jornalista tenha que ser notícia.

De onde surgiu o seu bordão: ‘o pantanoso mundinho das celebridades’?

Surgiu de uma brincadeira no programa Pânico, da rádio Jovem Pan. Eu estava conversando com o pessoal durante o programa na rádio, do qual já participei algumas vezes, e surgiu isso.