Luciano Huck desmente rumores de programa com Angélica: “Não tem nenhum projeto juntos”

Angélica e Luciano Huck
Angélica e Luciano Huck (Rede Globo / Reprodução)

Apresentador do Caldeirão do Huck, Luciano Huck faz um balanço de seu semanal e trata da temporada 2017 do programa.

Além disso, o global relembra o acidente aéreo que envolveu sua família e desmente os rumores de que vai comandar um formato ao lado de Angélica.

Confira a entrevista:


Qual o balanço que você faz do ‘Caldeirão’?

“São 17 anos ininterruptos de ‘Caldeirão do Huck’. É muito trabalho. Televisão é o sucesso proporcional que você se dedica a cada minuto, que você produz. E a gente produz em altos volumes. Não tem um programa de formato fixo, em que você liga e vê a mesma coisa. A cada sábado o ‘Caldeirão’ tem uma cara diferente. É muito trabalhoso fazer e muito prazeroso também. O programa é um sucesso. Mas é o fruto de muito trabalho. Mas é prazeroso.”

Quais são as novidades para 2017?

“A gente sempre escreve coisas novas. A gente tem alguns quadros estreando. Deve ter umas quatro novidades. 2016 foi um ano de muitas estreias. Muita coisa que fizemos em 2016, volta sem dúvida nenhuma.”

Recentemente, uma mulher tentou chamar a sua atenção durante uma gravação em Fortaleza. Você se sente impotente por não poder ajudar todo mundo?

“Eu faço televisão, né? Eu acredito muito na televisão de cauda longa. Na televisão que no momento tão difícil do Brasil, que as pessoas se sintam imponderadas. Que você mostre o lado positivo do país. Que você ser ético, querer ser o bem, e que lutar pela sua história vale a pena. Independente da casa, do carro, do negócio. O mais importante de tudo são as pessoas que são os grandes protagonistas dessas histórias. A gente atende o que a gente pode atender dentro de um programa de televisão. A gente não é uma ONG e nem Governo. A gente usa a TV aberta, que é a ferramenta mais poderosa que a gente tem no Brasil, para se comunicar com o maior número de gente possível, para mostrar que tem gente legal pra caramba Brasil a fora. Vamos acreditar! Fazer o bem dá certo.”

Frustra de alguma forma não poder ajudar a essas pessoas? Entretanto, vocês mudam a vida do participante, né?

“Sim! A gente muda à vida da própria pessoa. Não adianta você ensinar a pessoa a pescar, se ela não for pescar. A gente muda à vida da pessoa sim. É legal que nesse inicio do ano iremos revisitar algumas histórias. Tem muitas histórias que deram certo e outras não. Como a vida é imperfeita, a televisão também é. Tem coisas que dão certo e tem coisas que não dão.”

Você é o queridinho da publicidade do Brasil. Isso mexe com você?

“É muito trabalho. É um trabalho muito grande de segunda a sexta. Eu estou tentando equilibrar melhor o meu tempo para eu poder estar ao lado da minha família e das pessoas que eu amo. Mas é muita trabalheira. O resultado que a gente colhe é proporcional ao quanto a gente trabalha, se esforça, cria, junta gente para fazer funcionar.”

Você e sua família passaram por um sufoco. Em 2016, você conseguiu dar mais tempo para sua família?

“Sim! Na verdade, rico na vida é quem tem tempo. Quem consegue administrar o seu tempo. A gente acaba se corrompendo muito no dia a dia. Você tem que fazer tudo. Isso é muito importante, sem dúvida nenhuma. Mas não é o mais importante. Mas consciente você vai ficando disso, você vai equilibrando melhor o seu tempo. Eu venho fazendo isso cada vez mais.”

Você termina 2016 mais rico em relação à valorização do tempo?

“Sim! Acho que sim. Estou administrando melhor o pouco tempo que resta.”

Angélica é talentosíssima! Vocês pensam em fazer algum projeto juntos? Já pintou algum convite?

“A gente sempre faz. A gente fez até coisa demais nesse segundo semestre. A gente agora vai ficar quieto um pouco. O programa dela está indo muito bem. Ela tem as coisas dela. Quando calha, a gente faz algo juntos. Esse ano calhou da gente fazer muita coisa legal juntos. É um prazer fazer coisa juntos. Sempre quando aparece a oportunidade eu aceito na hora. Mas não tem nenhum projeto juntos. Posso garantir que não tem não.”

O ano foi pesado no coletivo. O que você tira de positivo em 2016?

“A retrospectiva desse ano vai passar no ‘Sex Hot’ (risos). Foi um ano muito duro para todo mundo. Foi pesado em todos os sentidos. Mas eu sempre acho que depois da tempestade vem a bonança. Eu espero que 2017 seja bom. Pra começar, vai ser um ano com muitos feriados prolongados e tal. Eu acho que vai ser um ano positivo. Se Deus quiser.”

Você já entrevistou muita gente nesses últimos anos. Tem alguém que você sonha entrevistar?

“Nesse momento, acho que entrevistar Barack Obama. Seria uma boa entrevista.”

André RomanoENTREVISTA REALIZADA PELO JORNALISTA ANDRÉ ROMANO