Abismo de Paixão é reprisada de segunda a sexta, nas tardes do SBT

O SBT estreou na semana passada a reprise de Abismo de Paixão, que substituiu às 18h45min outra reprise, a de A Dona. A emissora já exibiu a novela em 2016. Além disso, em quatro ocasiões a emissora exibiu Canavial de Paixões (2003/04). Esta foi uma versão sua do mesmo original de Caridad Bravo Adams do qual também partiu Abismo de Paixão. Angelique Boyer e David Zepeda interpretam o casal cuja felicidade amorosa tem como grande obstáculo a inimizade entre suas famílias, ampliada pelo fato de que a mãe do rapaz, Almerinda (Blanca Guerra), acredita que a mãe da jovem era amante de seu marido. Vamos conhecer outras novelas produzidas por Angelli Nesma Medina, assim como Abismo de Paixão.

Gerente de produção e produtora associada, anos antes de Abismo de Paixão

Novelas que contaram com Angelli Nesma Medina na produção podem ser acompanhadas no Brasil desde os anos 1980. Nessa década, o SBT exibiu Chispita e Viviana – Em Busca do Amor, nas quais Angelli Nesma atuou como gerente de produção. Assim como em Rosa Selvagem, que por aqui chegou à telinha em 1991. Nesse mesmo ano foi ao ar no Brasil Carrossel, da qual Angelli foi produtora associada a Valentim Pimstein.

Produtora titular responsável

Das quase 20 novelas assinadas por Angelli Nesma Medina como produtora, a primeira exibida no Brasil foi o sucesso Maria do Bairro. Sua primeira exibição pelo SBT ocorreu em 1997, e desde então já foi reprisada seis vezes. Curioso que, no fim dos anos 1990, Angelli Nesma recorreu a Viviana, um de seus primeiros trabalhos, para realizar Camila, uma nova versão. Bibi Gaytán e Eduardo Capetillo viveram aqui o casal que 20 anos antes foi formado por Lucía Mendez e Hector Bonilla. Com apenas 90 capítulos, no Brasil Camila foi exibida em 2001.

Também com 90 capítulos, Por Teu Amor foi o trabalho seguinte de Angelli Nesma. Sua estrela aqui foi Gabriela Spanic. A novela foi comprada pelo SBT no embalo do sucesso de A Usurpadora. Na ocasião (2001) a história de Paola e Paulina já havia sido apresentada por aqui duas vezes. A saber, a atriz vivia Maria do Céu, cujo romance com Marco (Saúl Lisazo) foi tumultuado por uma série de desencontros.

Algumas novelas tiveram problemas com a classificação indicativa no Brasil

Em 2003, Angelli Nesma produziu Menina, Amada Minha, que o SBT ofereceu a seu público já no ano seguinte. Dos 110 capítulos originais da exibição no México, no Brasil a novela teve por volta de 80. Sofreu com a baixa audiência, a saber, e com cortes para adequação à faixa livre da programação. A novela centrava seu enredo na família Soriano, cujo líder Clemente (Eric Del Castillo) acabava por destruir a vida amorosa das três filhas. Elas eram Isabela (Karyme Lozano), Diana (Mayrín Villanueva) e Carolina (Ludwika Paleta).

Já em 2013/14 foi ao ar no México O que a Vida me Roubou. Uma adaptação modernizada do original de Caridad Bravo Adams que já havia resultado em duas novelas: Bodas de Ódio e Amor Real. Só para ilustrar, esta última foi exibida pelo SBT em 2004 à tarde. Teve Adela Noriega, Fernando Colunga, Mauricio Islas e Helena Rojo nos papéis centrais. Aqui, Angelique Boyer foi a protagonista Montserrat, cuja mãe Graziela (Daniela Castro) a dominava. A emissora de Silvio Santos exibiu O que a Vida me Roubou em 2017. E uma vez mais teve alguns problemas com a classificação indicativa. Com efeito, isso acabou enxugando a história, que perdeu cerca de 30 capítulos do número original.

Últimos vídeos do Canal no YouTube