Maior qualidade do The Voice Kids é a atenção dispensada aos eliminados

The Voice Kids O show de fofura vai começar
Carlinhos Brow, Ivete Sangalo, André Marques, Victor & Léo (Divulgação)

O The Voice Kids ainda não está tão empolgante quanto a primeira temporada, mas a segunda leva do reality show mantém uma qualidade da exibição de 2016.

Os concorrentes que não têm a cadeira virada pelos jurados recebem automaticamente suporte dos mesmos, que destacam que eles são talentosos e devem investir na carreira.

Volta e meia Ivete Sangalo, Victor & Leo e Carlinhos Brown frisam por qual motivo o participante não teve a cadeira virada, para que possa melhorar. Inclusive, neste domingo (22), Brown revelou que somente virou para uma das meninas pois entendeu que ela tinha potencial e ele poderia instruí-la ao longo do programa enquanto integrante do seu time, pois ainda não estava 100% preparada.


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Esse diálogo do quarteto com os calouros é importante especialmente por conta das redes sociais. Se eles optassem por frases “curtas e grossas” como “você está eliminado” ou “não serve para a disputa”, como ocorre em realities adultos como MasterChef, quando os jurados são muito rígidos, os pequenos teriam que lidar com bullying, ou seja, os comentários maldosos comuns na web. A atitude contribui para uma ocorrência menor desse tipo de abordagem negativa.

A propósito, esse cuidado foi observado em 2015 na versão com crianças do MasterChef, que diferente do global The Voice Kids não deve ter sequência na Band.