Noveleira sim, e daí? | Morte em escada de novo!!!!


Não tá rolando gente! Olha que eu, noveleira que sou, ainda não me apeguei a Babilônia. Sabe aquela história de EXPECTATIVA x REALIDADE? Então, acho que foi isso…

Morte em escada de novo? Tá ficando chato, tá ficando difícil, tá ficando complicado! Toda novela é isso, toda novela alguém cai da escada e morre. Gente, eu conheço pessoas que caíram da escada e no máximo quebraram o cóquis.

E aí, a Beatriz apaga o Sebastião com uma coronhada na cabeça que derruba o cara por mais de 1 hora, e a polícia não percebe que ele tem um machucado na cabeça (porque imagino que pelo menos um galo se formou) que é diferente de cortes gerados por uma queda?


E a peruca da Beatriz? eu ri!!! Se a intenção era ficar diferente ela não obteve muito sucesso né!

E tão querendo empurrar mas coisas “escada abaixo”. Primeiro, depois de anos sem nenhuma demonstração, temos que engolir que o Luis Fernando ainda tem sentimentos pela Regina.

E o Carlos Aberto que ia sair do armário e decidiu voltar? O cara, desde do começo da novela dava sinais de que o personagem seria homossexual e ai, vai se interessar pela Regina? Até criaram (ou tentaram criar) um argumento para justificar a volta ao armário: agora ele tem um trauma do passado e a esposa morreu de acidente de carro e ele se sente culpado. E com isso vamos contabilizando histórias remendadas que temos que aceitar:

Carlos Alberto – O gay que não era gay

Alice – A prostituta que virou mocinha

Beatriz – A ninfomania que pegava mais que o Zé Mayer em novela do Manuel Carlos que agora está apaixonada.

Inês – Que milagrosamente mudou o seu sentimento de obsessão e inveja por vingança.

Luiz Fernando – que volta a se interessar pela Regina.

Se a coisa continuar assim logo mais Tereza e Estela serão apenas amigas, o Bruno vai se tornar operador de telemarketing e o Cristóvão terá, de fato, morrido em um assalto.

Antes de terminar, só mais um comentário, sobre a novela das 19h00. Só eu to achando o sotaque forçadíssimo do Caio Castro ridículo?

Por Geovana Capovilla
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