Dona Agustina (Rosi Campos) em O Tempo Não Para (Reprodução/TV Globo).
Dona Agustina (Rosi Campos) em O Tempo Não Para (Reprodução/TV Globo).

Em O Tempo Não Para, na Globo, Marocas (Juliana Paiva) vai surpreender Agustina (Rosi Campos). A protagonista aparecerá vestindo calça e despertará a fúria de sua mãe, que não aprovará nadinha o modelito. Enquanto a mocinha se adapta cada vez mais ao século 21, Agustina possui valores mais conservadores. A discussão começará em casa. Confira.

“Marocas, isso não são trajes! O que acontece por aqui, meu Deus. Ontem, o senhor Elmo de roupa branca, as pernas cabeludas à mostra, o peito desnudo (…) E hoje a minha filha, vestida como um rapazola!”, argumentará Agustina.

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“Calças compridas são mais práticas. Sustentam a musculatura, permitem maior liberdade de movimentos”, rebaterá Marocas. Na sequência, Samuca (Nicolas Prattes) aparecerá e interromperá a conversa.

Ele perguntará se sua amada já está pronta para sair, para lutar. Abismada, Agustina questionará se a filha vai lutar como um homem. Então, Marocas arrematará: ““Não, mamãe. Vou lutar como uma garota. Como a mulher que sou. Vamos, Samuel?”.

Ainda em O Tempo Não Para

Nos próximos capítulos de O Tempo Não Para, Mariacarla (Regiane Alves) fará de tudo para continuar como interventora da Samvita, mas um depoimento de Eliseu (Milton Gonçalves), no tribunal, fará que a empresa volte para as mãos de Samuca. Nessa ocasião, Livaldo (Nelson Freitas) terá voltado atrás em relação ao processo que movia contra o filho, Samuel.

“Meritíssimo… Eu gostaria de pedir agora o testemunho de um morador da Freguesia… Ele sabe o impacto que a Samvita teve e tem na vida de todos que vivem ali… O Senhor Eliseu Emerenciano”, dirá Vanda (Lucy Ramos), chamando Eliseu para ‘depor’. Betina (Cleo), que estará no tribunal apoiando Mariacarla, não gostará do recurso de Vanda. “Eles tão apelando, Mariacarla… Já vi esse filme antes”, concluirá a vilã.

Depois de argumentos incabíveis de Mariacarla, o Juiz pedirá a Eliseu que testemunhe a favor da Samvita. “Por favor, senhor Eliseu… A palavra é sua”, acrescentará o bacharel. Eliseu falará da importância da Samvita para a comunidade de uma forma plural.

“Doutor Juiz… sou um homem de poucas letras… Eu mais vivi do que li e aprendi nos bancos da escola… O que sei, tirei da experiência de vida e dos encontros que tive pelo caminho, com pessoas maravilhosas… como a senhora Carmen, o seu filho Samuel e o meu bom amigo Dom Sabino”, começa.

“Antes da Samvita, a Freguesia não tinha metade do movimento que tem hoje… Essa empresa é a energia do nosso bairro… A Samvita trouxe trabalho e esperança pra muita gente… Nos meus dias como catador, eu pude ver essas mudanças de perto, nas melhorias das ruas do bairro, no sorriso das pessoas…”.

Discurso emocionado

“Na minha existência, que já é longa, perdi muita gente. E do mesmo jeito que pessoas não morrem até que o último vivente se lembre delas, uma ideia, como a que move essa empresa… nunca deve e nem vai se apagar! A Samvita não pode morrer! A Samvita, doutor juiz, não discrimina… ela emprega e dá oportunidade a seres humanos de todas as raças, gêneros, idades, crenças… Essa empresa, doutor, é como o Brasil que eu sonho todo dia… Por isso, ela não pode fechar”, finalizará Eliseu, extremamente emocionado.

O Juiz dará causa ganha a Samuca, que voltará a comandar a sua empresa. “Pessoal… A Samvita é nossa de novo!”, finalizará Samuca, para os presentes. Todos os funcionários comemorarão o ‘retorno’ da empresa sustentável.