Laura (Bella Piero) de O Outro Lado do Paraiso
Laura (Bella Piero) de O Outro Lado do Paraíso (Divulgação/TV Globo)

Laura (Bella Piero) vai enfrentar um desafio profissional nos próximos capítulos de O Outro Lado do Paraíso. Como arrumou o emprego para a jovem, Renato (Rafael Cardoso) vai exigir que a laboratorista falsifique o teste de DNA de Aura (Tainá Muller), para que ela se passe por irmã de Clara (Bianca Bin). Porém, as coisas não vão sair como o médico planejou.

Ele chama Laura em sua sala. “Tá tudo bem no laboratório?”, pergunta. “Muito bem. Eu já to fazendo a maior parte dos testes de DNA. Com supervisão. To pegando uma prática…o doutor Moura confia em mim, sabe”, diz a jovem. “Excelente. Cê vai receber um teste de DNA pra analisar. De pessoas que cê conhece. Pra provar que a Aura… É irmã da Clara”, avisa o médico. “Elas são irmãs?”, surpreende-se. “O teste de DNA vai provar”, afirma Renato. “Eu vou me dedicar com toda atenção. To muito surpresa”, declara.

Renato vai deixar cair a máscara. “Não me entendeu, Laura… Eu disse que o teste de DNA vai provar o que a Aura quer. Laura, como subdiretor do hospital…Teu chefe…Fui eu que te arrumei esse emprego,lembra?”, intimida. “Foi. Você sim”, admite. “O resultado tem que ser esse que eu disse. Tem que dar positivo”, exige. “Mas…e se não der?”, diz confusa. “Laura, é uma ordem. O resultado do teste tem que ser positivo. Entendeu?”, ordena. “Mas eu não posso…”, diz a jovem. “Ou o teste dá positivo ou perde o emprego”, determina o vilão. Laura vai ficar sem ação e mais tarde vai contar a história para Rafael (Igor Angelkort).

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No dia do julgamento, Renato pergunta à Laura se ela já enviou o teste de DNA. “Foi pro tribunal, de acordo com a exigência legal”, informa. “Excelente”, diz o vilão, que segue para o consultório de Aura. “Tá tudo certo. Pode ir pra tua audiência. Tá ganha”, garante. Mas a dermatologista acaba sendo desmascarada no tribunal. Na hora da sentença, o juiz vai dar um parecer desfavorável à médica. “O resultado do exame de DNA é negativo. As senhoras não são filhas do mesmo pai, absolutamente”, diz o magistrado à Clara e Aura.

Furioso, Renato vai atrás de Laura no hospital. “Eu fiz um pedido. E cê não obedeceu”, acusa. “Eu não podia fazer o que pediu”, admite a jovem. “Só porque é amiga da Clara?”, pergunta. “Sou amiga da Clara, sim, e jamais faria nada contra ela. Me ajudou muito na vida. Mas, principalmente, eu não ia falsificar um teste de DNA… Eu tenho uma carreira inteira pela frente, mal to começando. Não vou vender o resultado de um teste!”, enfrenta. “Sou subdiretor do hospital. Tá demitida”, determina o vilão.

Rafael ouve o médico falar. “O quê? Demitiu a Laura? Eu sei de tudo, Renato. Cê queria que ela cometesse uma fraude. Eu mesmo fui contra. Nós tamos aqui pra proteger a verdade, a saúde, não pra jogar com a vida das pessoas”, diz o marido de Laura. “Quer que eu te demita também?”, diz. Samuel (Eriberto Leão) vai perceber a gritaria e perguntar o que está acontecendo. Renato vai tentar dizer que tudo era só uma conversa amigável, mas será desmentido. “Não era só isso não. Ele pediu pra minha mulher cometer uma fraude em um exame de DNA pra fins jurídicos”, entrega Rafael. “Eu me recusei e ele me demitiu”, afirma a laboratorista. “Isso é um assunto muito sério. Todos para minha sala imediatamente.

Samuel repreende Renato e diz que não autoriza a demissão de Laura. “Ele é que devia ir pra rua”, diz Rafael. Samuel pergunta a Renato se a história da falsificação foi um pedido da Sophia (Marieta Severo) e o subdiretor confirma. “Devia ir para a rua, sim, Renato. Também devia ter trazido o problema a mim no instante que ele pediu, Laura”, adverte. “Eu…fiquei insegura”, justifica-se Laura.

No fim, Samuel vai acabar fazendo vista grossa para o crime de Renato. “Já passei por problemas sérios com a Sophia. Sei o quanto ela pode ser…insistente. Vou deixar passar, Renato, só desta vez, porque tem sido eficiente. Mas como diretor deste hospital, eu o proíbo de demitir qualquer pessoa. Estão dispensados”, determina o psiquiatra. Rafael encara Renato. “Eu tenho vergonha de ter sido teu amigo”, diz. “Tua amizade não vai me fazer falta”, desdenha Renato.

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